ADECUAR EL TRATADO DE ITAIPÚ BENEFICIA AL BRASIL según Senadora Gleisi Hoffmann

Publicado en por Ivonne Leites. - Atea y sublevada.

O que o bem-estar dos brasileiros tem a ver com o Tratado de Itaipu, cujas alterações serão decididas pelo Senado nos próximos dias?

 

ADECUAR EL TRATADO DE ITAIPÚ BENEFICIA AL BRASIL

¿El bienestar de los brasileños tiene que ver con el Tratado de Itaipú? cuyas modificaciones se decidirá en los próximos días en el Senado de Brasil. Esa es la pregunta que se hace el lector atento al tema, que aparentemente se restringe solo a las fronteras de Brasil y Paraguay.

 

* Por la Senadora Gleisi Hoffmann

 

La pregunta debe ser contestada con ponderación, sin reduccionismos, como el encerrado en el argumento de que los brasileños estarían “subvencionando” al Paraguay con el reajuste del precio pagado por Brasil,  por la energía no consumida por el Paraguay.

 

En primer lugar, es preciso dejar claro que el debate sobre las enmiendas al tratado es mucho más amplio que el mero precio de la energía.

 

Debe resaltarse desde ya: Brasil está pagando un precio por debajo de la media del mercado por la energía paraguaya, incluso con el reajuste (Paraguay, mediante acuerdo, ESTA OBLIGADO A VENDER AL BRASIL la energía que no consume).

 

 

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Fuera de la cuestión de cifras, se habla de como el desarrollar las relaciones entre Brasil y Paraguay (y el Mercosur) puede traer beneficios o riesgos comerciales, sociales e incluso militares.

Los que acusan al gobierno brasileño de “desperdiciar” el dinero público con el Paraguay, son las mismas personas que critican las posibles aproximaciones entre el país vecino (Paraguay) y otras potencias, en asociaciones y acuerdos nocivos, o al menos incómodos, para Brasil.

 

Para citar ejemplos que impactan a la vida inmediata de la población brasileña, podemos abordar el comercio. China y EE.UU. son apenas, dos de las potencias interesadas en ampliar su esfera de influencias, con acuerdos que proporcionen mejores condiciones de competitividad de sus exportaciones.

En la práctica, un país con tal agresividad comercial puede celebrar alianzas con el Paraguay a fin de inundar el mercado brasileño con productos y servicios en condiciones ventajosas, como vienen tratando de hacerlo. Eso significaría una sangría de puestos de trabajo e ingresos. Está a la vista la eficiencia con que China ha aportado a África, afirmando su papel de potencia.

 

El mismo razonamiento se aplica en el área militar: lo menos que Brasil necesita es un clima de desconfianza que abra brechas y genere riesgos tales como la instalación de bases militares de potencias extranjeras en nuestras puertas.

 

También está el impacto social. En la actualidad, Paraguay tiene la segunda mayor comunidad brasileña en el exterior, con más de 300,000 personas. Estos brasileños – que dependen de un orden social estable para desarrollar normalmente sus negocios y sus vidas – a menudo sufren el estigma de “imperialista” clavado al Brasil por segmentos de la sociedad paraguaya.

 

Lo que el gobierno intenta, al cambiar el Tratado de Itaipú en el Congreso, es evitar dolores de cabeza que se sentirían por muchos sectores de nuestra sociedad. Además, por supuesto, de hacer que Brasil ocupe un lugar que es suyo: un liderazgo natural y estratégico en América del Sur

Recordemos a los críticos del tratado que, por las leyes de la geopolítica, quien no ocupa su espacio, verá a su competidor hacerlo. Y el liderazgo significa entendimiento, corrección de desequilibrios, fomento, búsqueda del desarrollo y del bienestar mutuo. No se trata de caridad, sino de inteligencia.

 

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Gesto de aproximación de Lula a Lugo “bastante fuera de protocolo” por decir lo menos.

 

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Adequar o Tratado de Itaipu eleva o Brasil

O que o bem-estar dos brasileiros tem a ver com o Tratado de Itaipu, cujas alterações serão decididas pelo Senado nos próximos dias? Essa é a pergunta do leitor atento ao tema, que parece restrito às nossas fronteiras.

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* Por Senadora Gleisi Hoffmann

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A questão deve ser respondida com ponderação, sem reducionismos, como o argumento de que os brasileiros estarão “subsidiando” o Paraguai a partir do reajuste do valor pago pelo Brasil à energia não consumida pelo país vizinho.

Em primeiro lugar, é preciso deixar claro que o debate sobre as alterações no tratado é muito mais amplo que o mero preço da energia.

 

Mas ressalte-se desde já: o Brasil está pagando preço abaixo da média de mercado pela energia paraguaia, mesmo com o reajuste (o Paraguai, pelo acordo, é obrigado a nos vender a energia que não consome). Fora a questão de cifras, falamos de como a condução da relação Brasil-Paraguai (e do Mercosul) pode trazer benefícios ou riscos nas áreas comercial, social e até militar.

 

Os que acusam o governo brasileiro de “desperdiçar” dinheiro público com o Paraguai são os mesmos que criticarão possíveis aproximações entre o país vizinho e outras potências, em parcerias e acordos danosos ou, no mínimo, constrangedores para o Brasil.

 

Para citar exemplos que impactam a vida imediata da população brasileira, podemos tomar o comércio. China e EUA são apenas duas das potências interessadas em expandir sua zona de influência com acordos que proporcionem melhores condições de competitividade às suas exportações.

 

Na prática, um país com tal agressividade comercial pode celebrar parcerias com o Paraguai de forma a inundar o mercado brasileiro com produtos e serviços em condições vantajosas, como vêm tentando fazer. Significaria uma sangria de empregos e renda. Haja vista a eficiência com que a China tem aportado na África, fazendo valer seu papel de potência.

O mesmo raciocínio serve à área militar: tudo o que o Brasil menos precisa é de um clima de desconfiança que abra brecha para riscos, como a instalação de bases militares de potências às nossas portas

Há também o impacto social. Hoje, o Paraguai detém a segunda maior comunidade brasileira no exterior, com mais de 300 mil pessoas. Esses brasileiros – que dependem de um clima de estabilidade social para que possam tocar normalmente seus negócios, suas vidas – frequentemente sofrem com o estigma de “imperialista” imposto ao Brasil por segmentos da sociedade paraguaia.

 

O que o governo intenta, alterando o Tratado de Itaipu no Congresso, é prevenir dores de cabeça que serão sentidas por muitos setores da nossa sociedade. Além, claro, de fazer o Brasil ocupar um lugar que é seu: a liderança natural e estratégica na América do Sul.

 

Lembremos aos críticos do tratado que, pelas leis da geopolítica, quem não ocupa seu espaço verá um concorrente fazê-lo. E liderança significa entendimento, correção de desequilíbrios, fomento, busca pelo desenvolvimento e bem-estar mútuo. Não se trata de caridade, mas de inteligência.

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(Carta Capital, 16.04.2008)

A renegociação do Tratado de Itaipu foi um dos principais temas defendidos pelos candidatos à presidência do Paraguai. Essa renegociação diz respeito, principalmente,

(A)
à devolução das terras paraguaias invadidas pelas águas do lago da represa de Itaipu.
(B)
à composição da diretoria da Empresa de Itaipu, toda ela brasileira.
(C)
à manutenção dos 50% de trabalhadores paraguaios na usina, dado ignorado pelo Brasil.
(D)
ao perdão da dívida contraída pelo Paraguai quando da construção da usina.
(E)
ao aumento do preço da energia paraguaia que é vendida para o Brasil.

www.estudiobelohorizonte.com.br/pdfestudio/Pr…

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Adequar o Tratado de Itaipu eleva o Brasil – Portal Vermelho 26 abr. 2011 O que o bem-estar dos brasileiros tem a ver com o Tratado de Itaipu, cujas alterações serão decididas pelo Senado nos próximos dias?
www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=1&id_noticia=152682

Adequar o Tratado de Itaipu eleva o Brasil :: Notícias JusBrasil Por Gleisi Hoffmann A questão deve ser respondida com ponderação, sem reducionismos, como o argumento de que os brasileiros estarão subsidiando o… www.jusbrasil.com.br/politica/…/adequar-o-tratado-de-itaipu-eleva-o-brasil

Adequar o Tratado de Itaipu eleva o Brasil 26 abr. 2011 O que o bem-estar dos brasileiros tem a ver com o Tratado de Itaipu, cujas alterações serão decididas pelo Senado nos próximos dias?
www.outroladodanoticia.com.br/…/12948-adequar-o-tratado-de-itaipu-eleva-o-brasil.html

Adequar o Tratado de Itaipu eleva o Brasil « Blog do Tarso 26 abr. 2011 O que o bem-estar dos brasileiros tem a ver com o Tratado de Itaipu, cujas alterações serão decididas pelo Senado nos próximos dias?
blogdotarso.com/2011/04/26/adequar-o-tratado-de-itaipu-eleva-o-brasil/

Revisão do Tratado de Itaipu

Posted on 24 abr, 2008 by rogeriosil|

 

A discussão a respeito da revisão do tratado da usina hidrelétrica de Itaipu, pode gerar despesas extras aos brasileiros (novidade…). O recém eleito presidente do Paraguai, Fernando Lugo, já declarou que pretende realizar uma revisão no Tratado de Itaipu. Atualmente a energia gerada pela hidrelétrica, responde por 19% de toda energia consumida no Brasil, e por 91% no Paraguai.

O presidente eleito, também conhecido como ” o Bispo dos pobres” declarou que deseja conseguir o que denomina de “preço justo” para as tarifas que o Brasil paga ao Paraguai pela energia elétrica que o país não consome e repassa como excedente ao mercado brasileiro. Durante a campanha, Lugo havia dito que o Paraguai reenviava a energia ao Brasil “a preço de custo” e não “a preço de mercado”.

Nosso ministro das relações exteriores, Celso Amorin, declarou na última segunda feira (21/04) que o país abrirá negociações para revisão do tratado, e que estará disposto à “modernizar” os valores pré-estabelecidos no início da década de 1980.

O Tratado de Itaipu formalizou a sociedade entre Brasil e Paraguai, com a inauguração da usina, em novembro de 1982. Pelo acordo, os dois países dividem igualmente o que é produzido, mas o Paraguai, que só consome 5% da energia, é obrigado a vender ao Brasil os 95% restantes da sua cota. Ano passado, o Brasil pagou US$ 307 milhões pela energia paraguaia de Itaipu, mas Fernando Lugo chegou a falar, durante a campanha eleitoral, em um valor anual “justo” em torno de US$ 2 bilhões.

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 Paraguay no recibirá a Dilma Rousseff hasta que brasileiros no ... 17 Mar 2011 ... BRASIL TIENE 40 AÑOS A PARAGUAY EN LA MECEDORA ….--.SINVERGÜENCERÍA Y ATROPELLO DE “O MAIS GRANDE DO MUNDO” NO TIENE LIMITES elpolvorin.over-blog.es/article-paraguay-no-recibira-a-dilma-rousseff-hasta-que-brasileiros-no-pagen-lo-acordado-por-hidroenergia-de-... - En caché

 

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