Humala se encontrou com Lula:”Si Ollanta fuera un fracaso, estamos derrotados”, dijo el ex presidente brasileño.

Publicado en por Ivonne Leites. - Atea y sublevada.

 
http://cinabrio.over-blog.es/article-humala-se-encontrou-com-lula-si-ollanta-fuera-un-fracaso-estamos-derrotados-dijo-el-ex-presidente-br-76417790.html
 

En la reunión con el presidente electo de Perú, Ollanta Humala, el ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva, celebró la elección del izquierdista peruano y dijo que, a diferencia de Europa, América Latina está pasando por una onda progresista, por primera vez en cinco siglos. “Mientras que en el continente europeo hay una derechización (direitização) del proceso político-electoral, donde los conservadores están ocupando los espacios, en América Latina los sectores más progresistas están ocupando los espacios “, dijo el ex presidente, al considerar el éxito de Humala una victoria de toda la Unión de Naciones Suramericanas (UNASUR o União das Nações Sul-Americanas (Unasul)).

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Con su “fluido” portuñol, Lula participó en una conferencia de prensa de 50 minutos al lado del peruano: “Si Ollanta llega al poder y fuera un fracaso, estamos derrotados”, dijo el ex presidente brasileño.

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“Hace 10 años era solo Chávez, hace 8 años era Chávez y Lula, después Chávez y Kirchner, después Tabaré Vázquez, después Evo Morales, después Correa, Daniel Ortega, Mauricio Funes, y ahora el compañero Ollanta”, listó Lula, refiriendose a los presidentes electos en el orden: Venezuela, Brasil, Argentina, Uruguay, Bolivia, Ecuador, Nicaragua, El Salvador y Perú.

Interrogado por los periodistas peruanos, respecto de si Ollanta sería el Lula peruano, el brasileño dijo: “Él será el Ollanta peruano” El presidente electo, evitó admitir que Lula era su inspiración política y no Chávez. “Los gobiernos tienen sus propios caminos. El camino es aprender y no copiar “, respondió.

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Humala se encontrou com Lula em SP

Sexta, 10 de junho de 2011

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Ao chegar ao hotel Intercontinental nos encontramos com vários colegas peruanos e brasileiros na espera da coletiva com o novo presidente peruano e com o presidente Lula, depois de conversar com os colegas peruanos chegou a hora da coletiva.

O primeiro contato que tivemos com a comitiva do presidente Humala foi com a assessora de imprensa a Sra. Cíntia que nos diz que o presidente Humala  falaria no final da coletiva sobre os peruanos no exterior, coisa que não aconteceu…

Mas não desistimos e insistimos, e quando a coletiva terminou me levantei e falei para o presidente Humala: “Sr. Presidente Hunala un mensaje para la comunidad peruana” ele olhou e respondeu: “Unidad” e só…

Bom, apesar de não ter obtido uma resposta mais longa como esperávamos (com isto incluimos aos mais de 100 e-mails de peruanos que recebemos para enviar um abraço ao novo presidente eleito) a coletiva foi boa e deu para tirar conclusões do que Humala pensa fazer no seu próximo governo,  ao contrário do que muitos acreditam de que Humala seguirá os passos de Chavez a impressão que tivemos foi mais a de que Humala seguirá o modelo brasileiro do presidente Lula e não o de Chavez.

A seguir como foi a coletiva:

No encontro com o presidente eleito do Peru, Ollanta Humala, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou a eleição do esquerdista peruano e disse que, ao contrário da Europa, a América Latina passa por uma onda progressista, pela primeira vez em cinco séculos. “Enquanto no continente europeu há uma ‘direitização’ do processo político-eleitoral, onde os conservadores estão ocupando os espaços, na América Latina os setores progressistas estão ocupando os espaços”, disse o ex-presidente, ao considerar o êxito de Humala uma vitória de toda a União das Nações Sul-Americanas (Unasul).

“Há 10 anos era só Chávez, há 8 anos era Chávez e Lula, depois Chávez e Kirchner, depois Tabaré Vázquez, depois Evo Morales, depois Correa, Daniel Ortega, Mauricio Funes e, agora, o companheiro Ollanta”, listou, referindo-se aos presidentes eleitos, pela ordem, da Venezuela, Brasil, Argentina, Uruguai, Bolívia, Equador, Nicarágua, El Salvador e Peru.

Com seu “fluente” portunhol, Lula participou de uma entrevista coletiva de 50 minutos ao lado do peruano, que ontem esteve com a presidente Dilma Rousseff, em Brasília. Eles se reuniram num hotel dos Jardins, região nobre de São Paulo, numa sala onde foram colocadas uma bandeira do Peru e outra do Brazil. “Se o Ollanta chegar ao poder e for um fracasso, estamos derrotados”, avaliou o ex-presidente brasileiro.

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Desde que saiu da presidência, Lula não havia concedido tantas declarações aos jornalistas. Mas, para o novo governo peruano, o encontro com Lula era fundamental para a imagem de Ollanta, já que o presidente eleito é visto com desconfiança por alguns setores de seu país por sua relação com o venezuelano Hugo Chávez. Questionado pelos jornalistas peruanos se Ollanta seria o Lula peruano, o brasileiro respondeu: “Ele será o Ollanta peruano.” Já o presidente eleito evitou admitir que Lula era sua inspiração política, e não Chávez. “Os governos têm seus caminhos próprios. O caminho é aprender e não copiar”, rebateu.

Lula não perdeu a oportunidade de alfinetar o governo norte-americano. Para o ex-presidente, os Estados Unidos ainda veem a América Latina como o parente pobre. “Os Estados Unidos não podem enxergar a América do Sul e a América Latina como o primo pobre, como problema. Nós somos a solução”, disse.

Embora assessores do PT tenham trabalhado diretamente na campanha de Ollanta, Lula disse que torceu de longe por Ollanta e que o único contato que teve com o peruano foi em fevereiro, quando conversaram sobre as campanhas presidenciais no Brasil e a experiência aprendida com as derrotas do petista. “Ele (Ollanta) foi mais rápido e mais competente que eu”, brincou Lula, referindo-se às suas derrotas antes da vitória em 2002.

Setores econômicos

Numa tentativa de acalmar os setores econômicos do Peru, Lula lembrou que passou pela mesma experiência em 2002, ao ser eleito para o primeiro mandato. “A história se repete. Os mesmos que fazem pressão sob o Ollanta faziam pressão aqui”, contou. “Acho que o tempo da dúvida do povo peruano acabou”, emendou. Lula disse que a América Latina estava acostumada a ter líderes que governavam para uma minoria e que esse quadro mudou. “Quando a gente dá US$ 1 milhão para o rico, vira conta bancária e especulação. Quando a gente dá US$ 10 para o pobre, aquilo vira comida”, ensinou ao presidente recém-eleito.

No encontro com Ollanta, Lula orientou o peruano sobre como implantar um plano federal para combater a miséria. O ex-presidente recomendou que Ollanta faça um cadastro da população a ser atendida e que não tenha receio de copiar programas de sucesso implementados em outros países, incluindo a Venezuela. “Não existe fantasma de Hugo Chávez, temos de respeitar a história peruana. Se tiver alguma coisa de extraordinária na Venezuela, pode utilizar, mas o jeito de governar será o jeito peruano”, rebateu.

Durante a campanha peruana, Ollanta disse que se espelharia no modelo brasileiro de desenvolvimento. Perguntado pelos jornalistas peruanos sobre como ter um governo voltado para o social sem ser populista, Lula recomendou a uma jornalista peruana que ficasse mais tempo no Brasil para conhecer seus programas sociais.”Você terá um retrato fiel do que acontecerá com o Peru”, sugeriu.

No final do encontro, Lula desejou sorte ao peruano.”Que o povo pobre do Peru possa tomar café da manhã, almoçar e jantar todos os dias”, afirmou. “Quanto menos pobres no Peru, mais gente ganhará dinheiro.”

http://www.elguialatino.com.br/site/2011/06/humala-se-encontra-com-lula-em-sp/

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Humala se encontró con Lula en Sao Paulo

Viernes, 10 de junio 2011

 

Al llegar al hotel Intercontinental nos reunimos con varios colegas peruanos y brasileños con la esperanza de una nueva conferencia con el presidente peruano, y el presidente Lula. Después de hablar con compañeros peruanos llegó el momento de la conferencia.

 

El primer contacto que tuvimos con la comitiva del presidente con Humala fue con la asesora de prensa, la Sra. Cíntia que nos dice que el presidente hablará al final de la conferencia sobre los peruanos en el extranjero, cosa que no aconteció …

 

No desistimos e insistimos, y cuando la conferencia terminó me puse de pie y hablé al presidente Humala: “ Sr. Presidente Hunala, un mensaje para la comunidad peruana”, él me miró y respondió: “Unidad” y que …

Bueno, a pesar de no haber recibido una respuesta larga como esperábamos (con esto incluimos los más de 100 correos electrónicos de peruanos que recibimos para enviar un abrazo al nuevo presidente electo) la conferencia fue buena y dejó sacar conclusiones de lo que piensa hacer Humala en su próximo gobierno, al contrario de lo que muchos aseguraban, de que Humala seguiría los pasos de Chávez, la impresión que tuvimos fue más bien que Humala va a seguir el modelo brasileño del presidente Lula y no el de Chávez.

 

A continuación, cómo fue la conferencia:

 

En la reunión con el presidente electo de Perú, Ollanta Humala, el ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva, celebró la elección del izquierdista peruano y dijo que, a diferencia de Europa, América Latina está pasando por una onda progresista, por primera vez en cinco siglos. “Mientras que en el continente europeo hay una derechización (direitização) del proceso político-electoral, donde los conservadores están ocupando los espacios, en América Latina los sectores más progresistas están ocupando los espacios “, dijo el ex presidente, al considerar el éxito de Humala una victoria de toda la Unión de Naciones Suramericanas (UNASUR o União das Nações Sul-Americanas (Unasul)).

“Hace 10 años era solo Chávez, hace 8 años era Chávez y Lula, después Chávez y Kirchner, después Tabaré Vázquez, después Evo Morales, después Correa, Daniel Ortega, Mauricio Funes, y ahora el compañero Ollanta”, listó Lula, refiriendose a los presidentes electos en el orden: Venezuela, Brasil, Argentina, Uruguay, Bolivia, Ecuador, Nicaragua, El Salvador y Perú.

 

Con su “fluido” portuñol, Lula participó en una conferencia de prensa de 50 minutos al lado del peruano, que ayer se reunió con la presidenta Rousseff, en Brasilia. Se reunieron en el hotel dos Jardins de la zona norte de Sao Paulo, en una sala donde se colocaron las banderas del Perú y de Brasil. “Si Ollanta llega al poder y fuera un fracaso, estamos derrotados”, dijo el ex presidente brasileño.

 

 

Desde que dejó la presidencia, Lula no había dado muchas declaraciones a los periodistas. Pero para el nuevo gobierno peruano, la reunión con Lula fue fundamental para la imagen de Ollanta, ya que el presidente electo es visto con recelo por algunos sectores de su país a causa de su relación con el venezolano Hugo Chávez. Interrogado por los periodistas peruanos, respecto de si Ollanta sería el Lula peruano, el brasileño dijo: “Él será el Ollanta peruano” El presidente electo, evitó admitir que Lula era su inspiración política y no Chávez. “Los gobiernos tienen sus propios caminos. El camino es aprender y no copiar “, respondió.

Lula no perdió la oportunidad de pinchar (alfinetar) al gobierno de EE.UU.. Para el ex presidente, los EE.UU. todavía ven a América Latina como un pariente pobre. “Los EE.UU. no pueden ver a América del Sur y América Latina como el pariente pobre, como un problema. Somos la solución “, dijo.

 

Aunque los asesores del PT (Partido de los Trabajadores) vienen trabajando directamente en la campaña de Ollanta, Lula dijo que hace mucho no conversaba con Ollanta y que el único contacto que tuvo con el peruano fue en febrero, cuando hablaron de las campañas presidenciales en Brasil y la experiencia adquirida con las derrotas del PT . “Él (Ollanta) fue más rápido y más competente que yo”, bromeó Lula, al referirse a sus derrotas electorales antes de la victoria en 2002.

 

Sectores económicos

En un intento de calmar a los sectores económicos de Perú, Lula dijo que pasó por la misma experiencia en 2002, cuando fue elegido para su primer mandato. “La historia se repite. Los mismos que hacen presión sobre Ollanta, hicieron presión aquí “, contó. “Creo que el momento de duda del pueblo peruano acabó”, agregó. Lula dijo que América Latina estaba acostumbrada a tener líderes que gobernaran para una minoría y que esa situación ha cambiado. “Cuando la gente da 1 millón de dólares para un rico, va a su cuenta bancaria y a la especulación. Cuando la gente da 10 dólares para un pobre, aquello va para la comida “, insinuó al presidente recién elegido.

 

En la reunión con Ollanta, Lula orientó al peruano sobre cómo implementar un plan federal para combatir la miseria. El ex presidente recomendó que Ollanta haga un registro de la población a ser atendida y que no tenga recelo de copiar programas exitosos implementados en otros países, incluyendo Venezuela. “No existe fantasma de Hugo Chávez, tenemos que respetar la historia peruana. Si hubiera algo extraordinario en Venezuela, se puede utilizar, pero la forma de gobernar será la forma peruana “, remarcó.

Durante la campaña en el Perú, Ollanta dijo que reflejaría el modelo brasileño de desarrollo. Preguntado por los periodistas peruanos acerca de cómo tener un gobierno volteado hacia lo social sin ser populistas, Lula recomendó a una periodista peruana que se quede más tiempo en Brasil para conocer sus programas sociales. “Vas a tener una imagen verdadera de lo que sucederá con el Perú”, sugirió.

 

Después de la reunión, Lula deseó suerte al peruano. “Que la gente pobre de Perú pueda tomar café en la mañana, almuerzo y cena todos los días”, dijo. “Cuanto menos pobres halla en el Perú, más gente ganará dinero.”


 

Humala reúne-se com Dilma

http://cinabrio.over-blog.es/article-humala-reune-se-com-dilma-76248420.html

 

O presidente eleito do Peru disse que sua conversa, hoje, com a presidenta Dilma Rousseff, serviu para ele conhecer melhor os programas de inclusão social brasileiro e cuidar do fortalecimento da integração entre os dois países.

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9-6-2011 – Ainda em clima de vitória, Ollanta Humala posa ao lado de Dilma Rousseff em Brasília

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El presidente electo de Perú, dijo hoy que su conversación con la presidenta Dilma Rousseff le sirvió para entender mejor los programas brasileños de inclusión social y para cuidar el fortalecimiento de la integración entre los dos países. Humala también habló sobre la importancia de fortalecer la lucha contra el narcotráfico, pero con respeto a la soberanía de los países. “Estamos muy contentos de nuestro encuentro. Brasil es un socio estratégico importante para el Perú “, afirmó Humala antes de viajar a Sao Paulo, donde tiene una reunión con el ex presidente Lula.

 

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O presidente eleito do Peru disse que sua conversa, hoje, com a presidenta Dilma Rousseff, serviu para ele conhecer melhor os programas de inclusão social brasileiro e cuidar do fortalecimento da integração entre os dois países. Humala  falou ainda sobre a importância de fortalecer o combate ao narcotráfico, mas com respeito à soberania dos países. “Estamos satisfeitos com essa nossa reunião. O Brasil é um sócio estratégico e importante para o Peru”, afirmou Humala,  viajou para São Paulo onde tem um encontro com o ex-presidente Lula.

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BRASÍLIA – O presidente eleito do Peru, Ollanta Humala , se reuniu nesta quinta-feira com a presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto. Ao chegar para o encontro – com quase meia hora de atraso -, ele sorriu e fez o sinal do “v” da vitória para os fotógrafos e cinegrafistas.

 

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BRASILIA – El presidente electo de Perú, Ollanta Humala, se reunió el jueves con la presidenta Rousseff, en el Palacio del Planalto. Al llegar a la reunión – con casi media hora de retraso – sonrió e hizo la señal en “V” de la victoria para los fotógrafos y camarógrafos.
Brasil es el primer país en recibir la visita de Humala, tras su victoria el domingo pasado. Humala ganó a Keiko Fujimori, la candidata conservadora, hija del ex presidente Alberto Fujimori (1990-2000), en una de las más estrechas elecciones en la historia del Perú.

El 28 de julio, Humala tomará el timón en lugar del presidente Alan García para el período 2011-2016. El presidente electo ganó las dos vueltas de las elecciones, pero en la segunda pasó por momentos de temor cuando las encuestas de opinión indican que Keiko iba al frente.

Considerado fiel a los principios nacionalista y de origen indígena, como el 80% de la población peruana, Humala causó temor en la comunidad financiera y empresarial en el Perú. Los empresarios temen que se vaya a cambiar la política económica del país que promueve un crecimiento del 3% al año.

En las tres veces anteriores se postuló para presidente, Humala dijo que admiraba a los presidentes de Venezuela, Hugo Chávez y Evo Morales de Bolivia. Pero terminó eligiendo a Brasil como el primer país que visitaría como presidente electo. De acuerdo con sus asesores, Humala debe ir a Uruguay y Argentina. Luego, en una segunda etapa visitará Bolivia, Colombia, Venezuela y México.

Presidente eleito do Peru chega
ao Brasil e reúne-se com Dilma

Ollanta Humala iniciou viagem por 5 países sul-americanos após sua vitória nas urnas

O presidente eleito do Peru não conversou com a imprensa na chegada ao Palácio, mas deve conceder algumas declarações após sua reunião com Dilma.

Humala terá em Brasília reuniões com diplomatas brasileiros e depois viajará para São Paulo para reunir-se com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sobre quem disse que considera o modelo a ser seguido na América Latina.

O governante declarou após a eleição que suas duas prioridades em política externa são a Comunidade Andina (CAN), grupo que o Peru integra junto à Bolívia, Equador e Colômbia, e a União de Nações Sul-americanas (Unasul), aliança que reúne a todo o continente sul.

Além da reunião com Dilma, Humala tem programado encontro para esta sexta-feira (10) com o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, e reuniões com os chefes de Estado do Uruguai, José Mujica (segunda-feira, dia 13); Argentina, Cristina Fernández (terça-feira, dia 14), e Chile, Sebastián Piñera (quarta-feira, dia 15).

Fernando Bizerra Jr./09.06.2011/EFE

O Brasil é o primeiro país a ser visitado por Humala, depois de confirmada sua vitória no último domingo. Humala venceu a conservadora Keiko Fujimori, filha do ex-presidente Alberto Fujimori (1990-2000), em uma das eleições mais apertadas da história peruana.

Em 28 de julho, Humala assume o cargo no lugar do presidente Alan García para o período de 2011 a 2016. O presidente eleito venceu os dois turnos das eleições, mas no segundo passou por momentos de apreensão, quando pesquisas de opinião indicaram que Keiko estava na frente.

Considerado fiel aos princípios nacionalistas e de origem indígena, como 80% da população peruana, Humala gerou medo no mercado financeiro e no empresariado do Peru. Os empresários temem que ele mude a política econômica do país que conseguiu promover um crescimento de 3% ano.

Nas três vezes anteriores que concorreu à Presidência da República, Humala indicou admirar os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, e da Bolívia, Evo Morales. Mas ele acabou o escolhendo o Brasil para ser o primeiro país a visitar como presidente eleito. De acordo com assessores, Humala deve ir ainda ao Uruguai e à Argentina. Depois, em uma segunda etapa, ele visitará a Bolívia, Colômbia, Venezuela e o México.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/06/09/presidente-eleito-do-peru-se-reune-com-dilma-no-palacio-do-planalto-924647838.asp#ixzz1Ooz0HTws
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BRASÍLIA – O presidente eleito do Peru, Ollanta Humala , se reuniu nesta quinta-feira com a presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto. Ao chegar para o encontro – com quase meia hora de atraso -, ele sorriu e fez o sinal do “v” da vitória para os fotógrafos e cinegrafistas.

O Brasil é o primeiro país a ser visitado por Humala, depois de confirmada sua vitória no último domingo. Humala venceu a conservadora Keiko Fujimori, filha do ex-presidente Alberto Fujimori (1990-2000), em uma das eleições mais apertadas da história peruana.

Em 28 de julho, Humala assume o cargo no lugar do presidente Alan García para o período de 2011 a 2016. O presidente eleito venceu os dois turnos das eleições, mas no segundo passou por momentos de apreensão, quando pesquisas de opinião indicaram que Keiko estava na frente.

Considerado fiel aos princípios nacionalistas e de origem indígena, como 80% da população peruana, Humala gerou medo no mercado financeiro e no empresariado do Peru. Os empresários temem que ele mude a política econômica do país que conseguiu promover um crescimento de 3% ano.

Nas três vezes anteriores que concorreu à Presidência da República, Humala indicou admirar os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, e da Bolívia, Evo Morales. Mas ele acabou o escolhendo o Brasil para ser o primeiro país a visitar como presidente eleito. De acordo com assessores, Humala deve ir ainda ao Uruguai e à Argentina. Depois, em uma segunda etapa, ele visitará a Bolívia, Colômbia, Venezuela e o México.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/06/09/presidente-eleito-do-peru-se-reune-com-dilma-no-palacio-do-planalto-924647838.asp#ixzz1Ooz0HTws
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Humala reúne-se com Dilma e diz que terá Brasil como exemplo

Na primeira viagem internacional depois da vitória, presidente eleito do Peru, Ollanta Humala, reúne-se com Dilma Rousseff e diz que adotará exemplo brasileiro de “crescimento, estabilidade e inclusão social” e de “manejo prudente da macroeconomia”. Segundo Marco Aurélio Garcia, há grande “sintonia” entre Brasil e Humalla, e o governo vai ajudar nos programas sociais peruanos.

André Barrocal

BRASÍLIA – O presidente eleito do Peru, Ollanta Humala, disse nesta quinta-feira (09/06), depois de reunir-se com a presidenta Dilma Rousseff, que seu governo terá o Brasil como inspiração e adotará um “manejo prudente da macroeconomia”. “O Brasil é um exemplo de crescimento, estabilidade e inclusão social. Coincide com nossa proposta”, afirmou Humala, em entrevista a jornalistas brasileiros e peruanos, no Palácio do Planalto.

O Brasil é o primeiro país que Humala visista depois da vitória na eleição no último domingo. Ele justificou a escolha dizendo que o Brasil é um “sócio estratégico para o Peru” e “um país muito importante no contexto mundial”.

Na reunião,que durou mais de uma hora, Dilma e Humala conversaram sobre programas sociais, integração sul-americana, narcotráfico e vigilância de fronteiras (o Peru é um dos países com os quais o Brasil tem a maior fronteira, mais de 2 mil quilômetros).

“O Humala quer dar um peso maior aos programas sociais, e o Brasil pode ajudar muito nisso”, disse o assessor especial da Presidência para assuntos externos, Marco Aurélio Garcia, também em entrevista após a reunião, da qual ele participou. De acordo com ele, o Brasil está pronto para oferecer “cooperação técnica” ao Peru na montagem e gestão de programas sociais.

Ainda segundo Marco Aurélio, existe grande “sintonia” entre o governo e Humala, que contou com colaboração brasileira já durante a campanha. Mas ressalvou que o apoio e a inspiração para o Peru não são sinais de que o Brasil quer ter “influência” na América do Sul. “O Brasil tem preocupação com o projeto de integração. Nossa presença no mundo não pode ser separada da América do Sul.”

Uma das próximas viagens de Humala antes da posse, dia 28 de julho, será aos Estados Unidos. O peruano disse que quer “fortalecer” a relação com os EUA, por causa do combate às drogas. Mas, segundo ele, essa relação será com “respeito à soberania peruana”.

O porta-voz de Dilma, Rodrigo Baena, informou que a presidenta deve ir à posse de Humala e o convidou a fazer uma visita oficial, já como presidente de fato, ainda este ano. 

ANALÍSE DE CONJUNTURA: A entrevista de Ollanta Humala no Planalto

9 jun. 2011 com a presidenta Dilma Rousseff, serviu para ele conhecer melhor os Humala falou ainda sobre a importância de fortalecer o combate ao O Brasil é um sócio estratégico e importante para o Peru”, afirmou Humala,
analisedeconjuntura.blogspot.com/…/entrevista-de-ollanta-humala-no.html

Presidente eleito do Peru reúne-se com Dilma em início de giro regional

Após encontros com presidenta brasileira, Lula e diplomatas, Ollanta Humala segue para Paraguai, Uruguai, Argentina e Chile

iG São Paulo | 09/06/2011 11:42 -

O presidente eleito do Peru, Ollanta Humala, reuniu-se nesta quinta-feira em Brasília com a presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, no início de um giro regional que, além do Brasil, inclui Paraguai, Uruguai, Argentina e Chile.

Humala, que venceu o segundo turno das eleições presidenciais do Peru do último domingo, chegou às 10 horas desta quinta-feira ao Palácio do Planalto, ao qual entrou por uma porta lateral.

Foto: EFE

A presidenta brasileira, Dilma Rousseff, recebe o presidente eleito do Peru, Ollanta Humala, no Palácio do Planalto, em Brasília

Após reunião, o presidente eleito no Peru disse que “existem muitos pontos em comum” com a Dilma e ressaltou o fato de o Brasil e o Peru compartilharem uma extensa fronteira na região amazônica, onde deve ser reforçada a segurança contra o narcotráfico e outros delitos transnacionais. “Temos de lutar juntos contra o narcotráfico e contra as ameaças à segurança”, pois esses são problemas comuns”, declarou.

De acordo com o assessor para Assuntos Internacionais da Presidência brasileira, Marco Aurélio Garcia, que esteve na reunião, Dilma adiantou a Humala alguns aspectos de um plano de segurança de fronteira anunciado na quarta-feira pelo Brasil, que propõe maior interação com os países vizinhos.

Humala destacou também a cooperação que o Peru pode receber do governo brasileiro em programas de combate à pobreza, nos quais o Brasil desenvolveu uma importante experiência. Ele lembrou, no entanto, que “a realidade peruana é diferente da brasileira”, o que impossibilitaria a simples cópia dos modelos. “O Brasil é um modelo bem-sucedido, que alcançou crescimento com estabilidade macroeconômica e inclusão social”, reconheceu Humala.

Ao final do encontro, a presidenta brasileira se comprometeu a viajar a Lima para a cerimônia de posse de Humala, em 28 de julho. O porta-voz da Presidência Rodrigo Baena explicou que Dilma também convidou Humala a retornar a Brasília em visita como chefe de Estado antes do fim do ano, para aprofundar a ampla agenda bilateral entre Brasil e Peru.

Giro

O futuro presidente peruano ficará dois dias no Brasil. Além do encontro com Dilma, em Brasília manterá reuniões com diplomatas brasileiros e depois viajará para São Paulo para reunir-se com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que apontou como modelo a ser seguido na América Latina.

A presidenta Dilma foi a primeira chefe de Estado a convidar Humala para uma visita, após cumprimentá-lo por telefone por sua vitória no segundo turno das eleições presidenciais peruanas.

O governante declarou após a eleição que suas duas prioridades em política externa são a Comunidade Andina de Nações (CAN), grupo que o Peru integra juntamente com Bolívia, Equador e Colômbia, e a União de Nações Sul-americanas (Unasul), aliança que reúne todo o continente sul.

Do Brasil, Humala segue na sexta-feira para o Paraguai, onde se encontra com o presidente Fernando Lugo. Na segunda, reúne-se com o presidente do Uruguai, José Mujica; na terça, com a mandatária argentina, Cristina Kirchner; e na quarta-feira com o presidente do Chile, Sebastián Piñera.

 

“Queremos ir aos países do Mercosul e também preciso visitar os Estados Unidos. Tomara que possa fazer essa viagem em breve, eu gostaria de entrar em contato com a Administração americana”, afirmou Humala na quarta-feira.

Humala também expressou seu desejo de que os presidentes da região possam estar presentes na cerimônia de posse que será realizada em Lima, no dia 28 de julho.

Humala disse também que antes da posse pretende viajar “a Venezuela, Equador, Colômbia, Bolívia” e outros países sul-americanos para estabelecer relações de amizade e respeito mútuo com os chefes de Estado que consideraram por bem nos convidar antes do juramento”.

Humala, um ex-militar de esquerda de 48 anos, venceu no domingo passado a eleição presidencial peruana e governará o país até 2016.

Economia

Na quarta-feira, o candidato eleito pela aliança Ganha Peru voltou a repetir que sua prioridade é dar estabilidade econômica ao país e implementar suas propostas sociais com o objetivo de conseguir maior inclusão da população menos favorecida.

Além disso, minimizou a importância da grande queda que a Bolsa de Valores de Lima registrou na segunda-feira, superior a 12%, e afirmou que a incerteza é algo que “normalmente acontece em momentos de eleições”.

“Mas hoje a bolsa já subiu (quase 7 pontos), e os bancos internacionais e as seguradoras de risco assinalam que é momento de investir. A coisa vai bem e é preciso manter a calma”, declarou.

Humala ressaltou que o Peru tem uma economia “real, sólida” – e cresce entre 7% e 8% anualmente – e não pode ser abalado pelas bolsas de valores.

*Com EFE e BBC

 

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