Protesta por movimiento de 90 toneladas de mineral de uranio en Brasil

Publicado en por Ivonne Leites. - Atea y sublevada.

Carga de urânio está em batalhão da PM a céu aberto na Bahía

 

Formando una cadena humana, 3.000 personas bloquearon la noche del 15 de mayo la entrada de nueve camiones con 90 toneladas de uranio en la ciudad de Caetité (624 km de Salvador).

En noviembre de 2009 se supo que se había hecho un túnel de 500 metros en roca para extraer 600 toneladas/año de uránio en Caetité,Brasil. La mina con 1,136 metros de rampa y 19 metros de altura era la nueva apuesta de Indústrias Nucleares do Brasil (INB) para extraer uranio de Caetité, a 757 km de Salvador. La explotación a cielo abierto duraría 3 años y la explotación se iniciaría en 2011, con inversión de R$ 17, 5 millones de reales.

  

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Carga de uranio provoca protesta en Bahía

17-5-2011 - Formando una cadena humana, 3.000 personas bloquearon la noche del 15 de mayo la entrada de nueve camiones con 90 toneladas de uranio en la ciudad de Caetité (624 km de Salvador). Los manifestantes dijeron que la acusación era "residuos radiactivos". El cargamento era transportado de una Reserva de la Marina en Iperó (126 kilometros de SP) hasta Caetité, donde existe la única mina de uranio en funcionamiento en Br5asil. Según CNEM, el concentrado de uranio tiene baja radiactividad. En los últimos años, las sospechas sobre la calidad del agua movilizó a los residentes. La Agencia Internacional de Energía Atómica de la ONU, sin embargo, llegó a la conclusión de que las actividades de la mina no se tradujeron en un impacto ambiental superior a lo aceptable. La protesta del 15 de mayo fue convocada por los ambientalistas. Según Marcel Moraes, presidente de la ONG GEAMO (Grupo Ecológico Amigos da Onça) y vicepresidente de PV en Bahía, la organización del acto "perdió un poco el control de la situación." (Folha de São Paulo - 05/17/2011)

 

En noviembre de 2009 se supo que se había hecho un túnel de 500 metros en roca para extraer 600 toneladas/año de uránio. La mina con 1,136 metros de rampa y 19 metros de altura era la nueva apuesta de Indústrias Nucleares do Brasil (INB) para extraer uranio de Caetité, a 757 km de Salvador. La explotación a cielo abierto duraría 3 años y la explotación se iniciaría en 2011, con inversión de R$ 17, 5 millones de reales.

Túnel de 500 metros foi aberto na rocha para extração subterrânea de 600 toneladas/ano de urânio.

23-11-2009 - Túnel de 500 metros foi aberto na rocha para extração subterrânea de 600 toneladas/ano de urânio.

 

Uma mina com 1.136 metros de rampa e 19 metros de altura é a nova aposta das Indústrias Nucleares do Brasil (INB) para extração de urânio em Caetité, a 757 km de Salvador. A exploração a céu aberto, como é feita atualmente, durará mais três anos. A nova mina deve entrar em operação em 2011, com investimento de R$ 17, 5 milhões.

 

 

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Mina de urânio da INB em Caetité recebe do Greenpeace a marca de área de contaminação. Por André Amaral Greenpeace. 27 de Janeiro de 2010 Caetité
 
Ativistas do Greenpeace realizaram um protesto, em frente à mina de urânio operada pela estatal Indústrias Nucleares do Brasil (INB) em Caetité,
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Protesto na Bahia barra carga de urânio
Formando um cordão humano, cerca de 3.000 pessoas bloquearam na noite de anteontem a entrada de nove carretas com 90 toneladas de urânio na cidade de Caetité (624 km de Salvador). Os manifestantes diziam que a carga era "lixo radioativo". A carga estava sendo transportada de uma reserva da Marinha em Iperó (126 km de SP) para Caetité, onde está a única mina de urânio em funcionamento no país. Segundo a Cnem o concentrado de urânio tem baixa radioatividade. Nos últimos anos, suspeitas sobre a qualidade da água mobilizaram os moradores. A Agência Internacional de Energia Atômica da ONU, porém, concluiu que as atividades da mina não provocavam impacto ambiental superior ao aceitável. O protesto de anteontem foi convocado por ambientalistas. Segundo Marcell Moraes, presidente da ONG Geamo (Grupo Ecológico Amigos da Onça) e vice-presidente do PV na Bahia, a organização do ato "perdeu um pouco o controle da situação". (Folha de São Paulo – 17.05.2011)

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Carga de urânio está em batalhão da PM a céu aberto na BA

PEDRO LEAL FONSECA
DE SÃO PAULO

17/05/2011 - O destino das 90 toneladas de urânio que foram bloqueadas na entrada de Caetité (BA) anteontem ainda está indefinido. As carretas com o material --que ambientalistas dizem ser lixo radioativo-- continuam em um batalhão da PM na cidade vizinha de Guanambi.

Impasse sobre carga de urânio levada à Bahia continua
Protesto de moradores barra carga de urânio em Caetité (BA)

Divulgação/Greenpeace
Carga de urânio em que gerou impasse em Caitité (BA)
Carga de urânio em que gerou impasse em Caitité (BA)

Um representante do Greenpeance, enviado à cidade, se disse preocupado com a segurança da carga, que está armazenada, a céu aberto, em local inadequado.

O presidente da INB (Indústrias Nucleares do Brasil), Alfredo Tranjan, deve chegar a Caetité nesta quarta-feira.

Nesta terça-feira, formou-se uma comissão com representantes da empresa e da sociedade civil para decidir o que fazer com a carga. Durante uma reunião entre o prefeito, ambientalistas e a estatal, cerca de 300 pessoas protestaram em frente à prefeitura.

"Temos hoje um grande problema de opinião pública. Não adianta eu estar convencido que o material é urânio. A população também precisa estar convencida e tranquila. Se não estiver, o material não vai entrar na cidade", afirmou à Folha o prefeito José Barreira (PSB).

Segundo a assessoria da INB, o sindicato local questiona a capacidade da empresa de manusear o urânio. Especialistas em radioproteção e transporte estão se dirigindo ao local.

O Ministério Público Federal pediu ontem esclarecimentos à INB sobre o conteúdo da carga --a empresa tem 48 horas para responder

 

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17 de maio de 2011 - FOLHA DE SÃO PAULO17 maio 2011 ... Formando um cordão humano, cerca de 3.000 pessoas bloquearam na noite de anteontem a entrada de nove carretas com 90 toneladas de urânio na cidade de Caetité (624 km de Salvador). Os manifestantes diziam que a carga era ...
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Túnel de 500 metros foi aberto na rocha para extração subterrânea de 600 toneladas/ano de urânio.
Túnel de 500 metros foi aberto na rocha para extração subterrânea de 600 toneladas/ano de urânio.

 

Uma mina com 1.136 metros de rampa e 19 metros de altura é a nova aposta das Indústrias Nucleares do Brasil (INB) para extração de urânio em Caetité, a 757 km de Salvador. A exploração a céu aberto, como é feita atualmente, durará mais três anos. A nova mina deve entrar em operação em 2011, com investimento de R$ 17, 5 milhões.

Segundo o gerente de produção da INB, Hilton Mantovani Lima, o objetivo é atender ao novo Programa Nuclear Brasileiro (PNB), que demandará, em média, 1.770 toneladas/ ano de urânio. Sete usinas nucleares estão previstas para serem instaladas no País até 2030.

De acordo com o gerente, o aumento do custo para exploração a céu aberto determinou a opção pela operação subterrânea. “No início das atividades, era necessário extrair duas toneladas de estéril para cada uma de minério. Com o aprofundamento da jazida essa relação aumentou, sendo necessário retirar mais de três toneladas de estéril para uma de urânio”, informou.

Com produção anual em torno de 400 toneladas, a única mina de urânio da América Latina deve acrescer a esse volume mais 600 ton/ano, em seis anos de atividade. A produção atual da INB é suficiente para atender às usinas Angra I e II, que geram 2 mil MW (mega watts) de energia elétrica – quase a metade do consumo do Rio de Janeiro ou 7% da eletricidade consumida na Região Sudeste.

Segundo o diretor, as obras foram suspensas até a renovação da licença ambiental pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).

A mina começou a ser construída, em outubro de 2008. Na semana passada, após treinamento de segurança, a equipe de A TARDE teve acesso ao local. Tal qual uma gruta visitada por fiéis e peregrinos, a da INB tem uma imagem de Santa Bárbara, padroeira dos mineiros. A semelhança para por aí, pois, no lado oposto, um dispositivo luminoso, com duas lâmpadas indica a movimentação de veículos no local. A luz verde informa que estão adentrando à mina, e a vermelha, a saída

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