Represa de Belo Monte: NO con MI DINERO !!! … Belo Monte, com meu dinheiro não! / CAMPAÑA

Publicado en por Ivonne Leites. - Atea y sublevada.

 

 

 

Belo Monte, com meu dinheiro não!

 

Vea Ud. lo que “su banco” tiene que ver con la expulsión de más de 20,000 nativos y colonos de sus tierras y hogares, con la inundación de una superficie mayor que la ciudad de Curitiba y con la destrucción de un río en la Amazonía. TODO O NADA …DEPENDE de USTED.

Tema de la campaña: “Belo Monte: No con mi dinero”: el Movimento Xingu Vivo para Sempre y las organizaciones asociadas lanzaron el 8 de diciembre la campaña ecológica que pretende animar a la sociedad a presionar a los bancos públicos y privados brasileños a no participar en la financiación de la mega-represa de Belo Monte, proyectada en una de las zonas con mayor biodiversidad del planeta, en el río Xingu, afluente del río Amazonas en el Estado do Pará

Belo Monte, al igual que todas las grandes obras del Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), dependen económicamente de un gran préstamo del Banco BNDES para ejecutarse. El banco, que se comprometió a financiar el 80% de la obra, sin embargo, no tiene la intención de asumir TODOS los riesgos de esta operación. La mayor parte de los recursos podrían ser transferidos a otros bancos, privados y públicos, que deben asumir parte del contrato y puede ser co-responsables de esta manera, por todos los daños, impactos y delitos sociales y ambientales, directos e indirectos, causados ​​por Belo Monte.

 

¿Qué cantidad de fondos de BNDES provienen de fuentes tales como el Fondo de Garantía por Tiempo de Servicio (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço / FGTS), el Fondo de Apoyo (Fundo de Amparo ao Trabalhador /FAT) y el PIS / PASEP (Programa de Integración Social y Programa de Formación del  Sector Público), que en última instancia, es dinero de los trabajadores brasileños, que viabilizaría la dañina mega-hidroeléctrica Belo Monte.

 

En dos ocasiones, las organizaciones de la sociedad civil advirtieron a los bancos, a través de notificaciones extrajudiciales de los riesgos económicos, jurídicos y de imagen inherentes en participar en la financiación de la gigantesca represa Belo Monte. Las alertas fueron sistematizadas en el expediente de “Mega-Proyectos, Mega-Riesgo” (“Mega-projeto, Mega-riscos”), enviado a las instituciones financieras y empresas a finales de 2010, donde se hizo hincapié en:

 

“Licencia ambiental de Belo Monte es cuestionada por más de 10 acciones en los tribunales de justicia de Brasil, su impacto es incalculable y hiere el tratado de Principios de Ecuador (Princípios do Ecuador), un tratado internacional de sostenibilidad del sistema financiero, del que la mayoría de bancos es signatario.”

 

Ahora es el cliente quien debe cobrar directamente de su banco el que no debe envolverse con Belo Monte, so peligro de perder las cuentas y dañar irreversiblemente su imagen. En el sitio diseñado específicamente para la campaña de “Belo Monte: No con mi dinero!” (“Belo Monte: com meu dinheiro não!”), hay enlaces disponibles que pueden ser fácilmente llenados, y con un clic, Ud. envia un mensaje al Banco do Brasil, Banco da Amazonia, la Caixa Económica Federal, Bradesco, Itau Unibanco, Santander y HSBC, con copia a la BNDES, exigiendo la retirada de la financiación de la gigantesca represa hidroeléctrica Belo Monte.

  

“Vamos a utilizar todos los medios, todos los medios de comunicación social, todas las manifestaciones en las calles para difundir esta campaña. Miles de personas están en contra de Belo Monte y se han estado preguntando qué pueden hacer para detener este proyecto, y esta estrategia es simple y eficiente. Sin dinero, la la gigantesca represa hidroeléctrica Belo Monte no sale. Si la gente común enviar un mensaje a los bancos, si el  Facebook y Twitter se usan para comunicarse con ellos, se unen a la SAC y la campaña se transmite a amigos y familiares, la cadena puede ser poderosa y eficaz “, Maira Irigaray, coordinador de la campaña lo asegura. Ella dijo que el objetivo es conseguir que los bancos declaren públicamente que Belo Monte no se va a financiar. “Cuando eso suceda, cuando los bancos adquieran un compromiso público y el Movimiento Xingú Vivo de no-financiación de la megahidroeléctrica Belo Monte sea grande, el monstruoso proyecto será cancelado. 

 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Campanha “Belo Monte: com meu dinheiro não!


O que o seu banco tem a ver com a expulsão de mais de 20 mil pessoas de suas casas e terras, o alagamento de uma área maior que a cidade de Curitiba e a destruição de um rio na Amazônia? Tudo. Ou nada. Depende de você.
Esse é o tema da campanha: “Belo Monte: com meu dinheiro não!”, que está sendo lançada nesta quinta, 8, pelo Movimento Xingu Vivo para Sempre e organizações parceiras. A campanha visa incentivar a sociedade brasileira a pressionar bancos públicos e privados a não participarem do financiamento da hidrelétrica de Belo Monte, projetada em um dos trechos de maior biodiversidade no rio Xingu, no Pará.
Belo Monte, assim como todas as grandes obras do PAC, depende financeiramente de um enorme empréstimo do BNDES para se viabilizar. O banco, que prometeu financiar 80% da obra, no entanto, não pretende assumir sozinho os riscos dessa operação. Boa parte dos recursos poderá ser transferida para outros bancos, privados e públicos, que deverão assumir parte dos contratos, podendo ser co-responsabilizados, dessa forma, por todos os danos, impactos e crimes ambientais e sociais, diretos e indiretos, causados por Belo Monte.
Como grande parte dos recursos do BNDES advém de fontes como o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e o PIS/PASEP, é, em última instância, o dinheiro do trabalhador brasileiro que poderá viabilizar a usina.
Por duas vezes, organizações da sociedade civil alertaram os bancos, através de notificações extrajudiciais, dos riscos econômicos, jurídicos e de imagem inerentes à participação no financiamento de Belo Monte. Os alertas foram sistematizados no dossiê “Mega-projeto, Mega-riscos”, enviado a instituições financeiras e empresas no final de 2010, e que frisou: 

“o licenciamento ambiental de Belo Monte é questionado por mais de 10 ações na Justiça, seus impactos são imensuráveis e ferem frontalmente os Princípios do Equador, tratado internacional de sustentabilidade do sistema financeiro, do qual a maioria dos bancos é signatária.”

Agora, é o cliente que deverá cobrar diretamente do seu banco que não se envolva com Belo Monte, sob risco de perder contas e de prejudicar irreversivelmente a sua imagem. Em um site desenvolvido especificamente para a campanha “Belo Monte: com meu dinheiro não!”, estão disponíveis links que poderão ser facilmente preenchidos e, num clic, enviarão uma mensagem ao Banco do Brasil, Banco da Amazônia, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Itaú Unibanco, HSBC ou Santander, com cópia para o BNDES, exigindo a desistência do financiamento da usina.
“Vamos usar todos os meios, todas as mídias sociais, todas as manifestações de rua, para difundir essa campanha. Milhares de pessoas que são contrárias a Belo Monte têm perguntado o que podem fazer para paralisar esse projeto, e essa é uma forma simples e eficiente. Sem dinheiro, a usina não sai. Se todos os dias as pessoas mandarem uma mensagem aos bancos, se usarem o Facebook e o twitter para se comunicar com eles, se ligarem para o SAC, e se repassarem a campanha a seus amigos e familiares, a corrente poderá ser poderosa e efetiva”, explica Maira Irigaray, coordenadora da campanha. Segundo ela, o objetivo é levar os bancos a se manifestarem publicamente que não financiarão Belo Monte. “Quando isso acontecer, quando os bancos firmarem um compromisso público e com o Movimento Xingu Vivo de não-financiamento da usina, seus nomes serão retirados da página e terão o reconhecimento da campanha”, explica Maira.


Participe da campanha “Belo Monte: com meu dinheiro não!”:


Para saber mais:

 - Relatório “Mega-projeto, mega-riscos” 
- Notificações extrajudiciais aos bancos   

 

 quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

 Campanha “Belo Monte: com meu dinheiro não!

O que o seu banco tem a ver com a expulsão de mais de 20 mil pessoas de suas casas e terras, o alagamento de uma área maior que a cidade de Curitiba e a destruição de um rio na Amazônia? Tudo. Ou nada. Depende de você.


Esse é o tema da campanha: “Belo Monte: com meu dinheiro não!”, que está sendo lançada nesta quinta, 8, pelo Movimento Xingu Vivo para Sempre e organizações parceiras. A campanha visa incentivar a sociedade brasileira a pressionar bancos públicos e privados a não participarem do financiamento da hidrelétrica de Belo Monte, projetada em um dos trechos de maior biodiversidade no rio Xingu, no Pará.

Belo Monte, assim como todas as grandes obras do PAC, depende financeiramente de um enorme empréstimo do BNDES para se viabilizar. O banco, que prometeu financiar 80% da obra, no entanto, não pretende assumir sozinho os riscos dessa operação. Boa parte dos recursos poderá ser transferida para outros bancos, privados e públicos, que deverão assumir parte dos contratos, podendo ser co-responsabilizados, dessa forma, por todos os danos, impactos e crimes ambientais e sociais, diretos e indiretos, causados por Belo Monte.

Como grande parte dos recursos do BNDES advém de fontes como o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e o PIS/PASEP, é, em última instância, o dinheiro do trabalhador brasileiro que poderá viabilizar a usina.

Por duas vezes, organizações da sociedade civil alertaram os bancos, através de notificações extrajudiciais, dos riscos econômicos, jurídicos e de imagem inerentes à participação no financiamento de Belo Monte. Os alertas foram sistematizados no dossiê “Mega-projeto, Mega-riscos”, enviado a instituições financeiras e empresas no final de 2010, e que frisou: 

“o licenciamento ambiental de Belo Monte é questionado por mais de 10 ações na Justiça, seus impactos são imensuráveis e ferem frontalmente os Princípios do Equador, tratado internacional de sustentabilidade do sistema financeiro, do qual a maioria dos bancos é signatária.”


Agora, é o cliente que deverá cobrar diretamente do seu banco que não se envolva com Belo Monte, sob risco de perder contas e de prejudicar irreversivelmente a sua imagem. Em um site desenvolvido especificamente para a campanha “Belo Monte: com meu dinheiro não!”, estão disponíveis links que poderão ser facilmente preenchidos e, num clic, enviarão uma mensagem ao Banco do Brasil, Banco da Amazônia, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Itaú Unibanco, HSBC ou Santander, com cópia para o BNDES, exigindo a desistência do financiamento da usina.

“Vamos usar todos os meios, todas as mídias sociais, todas as manifestações de rua, para difundir essa campanha. Milhares de pessoas que são contrárias a Belo Monte têm perguntado o que podem fazer para paralisar esse projeto, e essa é uma forma simples e eficiente. Sem dinheiro, a usina não sai. Se todos os dias as pessoas mandarem uma mensagem aos bancos, se usarem o Facebook e o twitter para se comunicar com eles, se ligarem para o SAC, e se repassarem a campanha a seus amigos e familiares, a corrente poderá ser poderosa e efetiva”, explica Maira Irigaray, coordenadora da campanha. Segundo ela, o objetivo é levar os bancos a se manifestarem publicamente que não financiarão Belo Monte. “Quando isso acontecer, quando os bancos firmarem um compromisso público e com o Movimento Xingu Vivo de não-financiamento da usina, seus nomes serão retirados da página e terão o reconhecimento da campanha”, explica Maira.


Para saber mais:

 

Movimento Xingu Vivo para Sempre

International Rivers

Amazon Watch

Rainforest Foundation

 


Por Cinabrio

cinabrio blog

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