Trabajadores de megarepresas de Jirau y Santo Antônio logran reivindicaciones luego de vivas protestas

Publicado en por Ivonne Leites. - Atea y sublevada.

 

Como gran cosa, los trabajadores de las faraónicas represas brasileñas de Jirau y Santo Antônio, en el Río Madeira (RO) en acuerdo negociado el 18 de abril con las empresas responsables de la construcción de las hidroeléctricas, recibirán algunas mejoras laborales.

 

La propuesta, aprobada por alrededor de 20 000 trabajadores, estipula un incremento salarial de 11%, un aumento en la canasta básica de 110 reales a 170 reales y un pago de 70%  por trabajar horas extras de lunes a sábado (el domingo el pago extra será de 100 %).

 

Logran las reivindicaciones luego de vivas protestas, sangre, sudor y lágrimas. 

 

Trabalhadores das usinas Jirau e Santo Antônio terão reajuste de 11%

Sabrina Craide
Da Agência Brasil
Em Brasília

18/04/2011 - Os trabalhadores das usinas Jirau e Santo Antônio, no rio Madeira (RO), aprovaram hoje (18) um acordo negociado entre várias entidades trabalhistas com as empresas responsáveis pela construção das hidrelétricas.

A proposta, aprovada por unanimidade por cerca de 20 mil trabalhadores, traz reajuste salarial de 11%, aumento da cesta básica de R$ 110 para R$ 170 e o pagamento de 70% de horas extras entre segunda e sábado (aos domingos é de 100%).

 

 

 

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luctasocial.blogspot.com/2011_03_01_archive.html

 

 

 veja.abril.com.br/noticia/brasil/apos-confusa...

 

 

 

Presidente Lula sobrevoa obras da Usina de Santo Antônio, no Rio Madeira, em Rondônia

 

15-8-2010 - Presidente Lula sobrevoa obras da Usina de Santo
Antônio, no Rio Madeira, em Rondônia

 

 

Outro ponto negociado, de acordo com a Central Única dos Trabalhadores (CUT), é que a licença que os trabalhadores recebem para poder voltar à cidade de origem será de nove dias, iniciando e terminando aos finais de semana. A empreiteira será responsável pelo fornecimento das passagens aéreas para todas as capitais servidas por voos regulares. Segundo a CUT, a proposta atende às reivindicações essenciais detectadas nos canteiros de obras

Além da CUT, participaram da elaboração do acordo a Confederação dos Sindicatos da Indústria da Construção Civil e da Madeira (Conticom) e o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil de Rondônia (Sticcero).

Os operários da usina Jirau ficaram cerca de um mês paralisados depois de uma revolta no canteiro de obras que resultou em depredação de alojamentos, veículos e equipamentos. O protesto foi contra as condições de trabalho no canteiro de obras. Na usina Santo Antônio, as obras ficaram paradas por cerca de 15 dias.

 

 

 

LOS RECLAMOS Y PARALIZACIONES SE HAN VENIDO SUCEDIENDO PERMANENTEMENTE DESDE EL 2009 …

 

Usina de Jirau - Foto: Gilmar de Jesus/Ag. Imagem News
 

Alojamentos com estruturas de lonas estão sendo montados, para acomodar os operários provisoriamente, enquanto os quartos e as demais estruturas depredadas de alvenaria começam a ser reformados.  As atividades fazem parte do acordo judicial entre a empresa Camargo Correa e a Superintendência regional do Trabalho e Emprego, para que a obras na usina possam ser restabelecidas a partir do próximo dia 11.

 

 

Condiciones de trabajo faraónicas en represas del Brasil ...

cinabrio.over-blog.es. Wednesday 26 january 2011 3 26 /01 /Ene /2011 17:57. Condiciones de trabajo faraónicas en represas del Brasil ... João trabaja hace poco más de un mes en el área de hormigón y se encuentra en las afueras de la capital ... Ellos son los amos de los esclavos. Es algo común dentro de la represa, ...
cinabrio.over-blog.es/article-condiciones-de-trabajo-faraonicas-en-represas-del-brasil-65835549.html - En caché
 
 
 
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www.imagemnews.com/noticias.asp?cd=11412



Senadores se reúnem com funcionários dos consórcios que constroem as usinas do Madeira

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5-4-2011- PORTO VELHO - Representantes de trabalhadores que atuam na construção das Hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, no rio Madeira, apresentaram uma série de reclamações no encontro que tiveram com a comissão do Senado que veio a Porto Velho apurar as causas da confusão que resultou na paralisação das obras. Na reunião, ocorrida na noite do último domingo (3) no Rondon Palace Hotel, as principais queixas foram contra o consórcio Energia Sustentável do Brasil (ESBR), que constrói a Usina de Jirau. Estavam presentes os senadores Rodrigo Rolemberg (PSB-DF), Ivo Cassol (PP-RO), Jorge Viana (PT-AC) e Valdir Raupp (PMDB-RO). Depois que os trabalhadores foram ouvidos o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Valter Araújo (PTB), disse aos senadores que não é fácil lidar com nenhum dos dois consórcios, que não cumpriram o que foi acordado com o governo de Rondônia. Ele explicou, no entanto, que a ESBR tem dado mais trabalho, porque seus diretores constantemente evitam assumir compromissos, utilizando para isso diversos artifícios.
“Se a comissão do Senado tivesse chamado a direção do consórcio construtor de Jirau para esta reunião, viria um representante. Se daqui a 10 minutos houvesse outra reunião, viria um segundo representante. Se no dia seguinte houvesse nova negociação, viria uma terceira pessoa. Eles não se comprometem com nada. Se a relação desse pessoal com as autoridades já é ruim, imaginem como é com os trabalhadores”, acrescentou Valter Araújo.                       
O presidente da Assembleia explicou que a partir de um acordo com os consórcios foi aprovado um projeto de lei para que 70% da mão de obra contratada para a construção das usinas fossem de moradores de Rondônia. Segundo ele é por isso que pessoas ligadas à ESBR trazem para Porto Velho trabalhadores de outros Estados e os cadastram no Sistema Nacional de Empregos (Sine), como se morassem na Capital.
“O consórcio encontra formas de burlar a lei. Há denúncias de que aliciadores conhecidos como ‘gatos’ contratam até alcoólatras em outros Estados e os trazem para Porto Velho, prometendo altos salários. Agora enviaram esse pessoal de volta para os Estados de origem. O problema é que, quando explode um problema nos canteiros de obras, a situação também estoura na cidade”, detalhou o deputado Valter Araújo.
Os representantes dos trabalhadores disseram à comissão que o consórcio de Santo Antônio paga um salário de R$ 1.020,00 e oferece um cartão para compra de alimentação no valor de R$ 170,00. Já a ESBR paga R$ 1.003,00 e entrega um cartão no valor de R$ 110,00 para comprar alimentação. Eles querem que os dois consórcios paguem o mesmo valor.                                                                                                alt
O vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil do Estado de Rondônia (Sticcero), Altair Donizete de Oliveira, disse que somente a empresa Camargo Corrêa, do consórcio ESBR não paga a Participação nos Lucros e Resultados (PLR). Ele disse, ainda, que a empresa mantém um grupo de segurança armada, formado por ex-policiais, que espancam constantemente funcionários.
Na reunião com os senadores, também foi dito que após a situação em Jirau ter acalmado, depois do o incêndio de diversos ônibus e veículos de funcionários, a Polícia Militar teria agido de forma truculenta. Soldados teriam entrado no refeitório disparando munição de borracha, ferindo trabalhadores. Em represália a essa atitude, alojamentos teriam sido queimados.
Foi dito, ainda, que o governador Confúcio Moura (PMDB) havia ido até o portão de acesso à usina de Jirau e pedido para que os trabalhadores tivessem calma, porque em alguns minutos viriam ônibus para transportar todos até Porto Velho. Assim que o governador saiu, de helicóptero, policiais militares vieram de dentro da usina disparando munição de borracha contra trabalhadores.
O secretário de Estado de Segurança, Defesa e Cidadania, Marcelo Bessa, disse que isso será apurado. “Mas não há registro de nada disso. O governador não foi até o canteiro de obras. Eu é que estive lá, falando com os trabalhadores. É muito fácil culpar a Polícia Militar por tudo o que acontece”, afirmou.
O procurador regional do Trabalho, Francisco Cruz, explicou que trabalhadores de outros Estados que se cadastram no Sine, em Porto Velho, e são contratados como mão de obra local perdem o direito a visitar familiares no Estado de origem. “Peço aos senadores que conversem com os funcionários em Jirau isoladamente, sem a presença de diretores da ESBR”, acrescentou.
A presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região, que engloba Rondônia e Acre, desembargadora Vania Maria da Rocha, pediu ajuda aos senadores. Ela explicou que instalará um posto avançado no distrito de Mutum Paraná e duas varas itinerantes em Jirau e Santo Antônio, mas não tem funcionários para isso.
“Preciso deslocar 15 servidores, no mínimo. Vou sacrificar o pessoal do TRT, porque não estou conseguindo sensibilizar o Conselho Nacional de Justiça para que seja autorizado investimento aqui. Porto Velho cresceu muito devido à construção dessas duas usinas. Precisamos de estrutura para atender as reclamações trabalhistas, que aumentaram em 30%”, detalhou.
altO sindicalista Altair Donizete de Oliveira disse, ainda, que os trabalhadores enfrentam problemas na área urbana de Porto Velho, devido ao Sindicato da Construção Civil (Sinduscon). “Há trabalhadores mutilados vivendo em regime de semi-escravidão por causa desse sindicato patronal, que também não negocia acordo. O problema não está somente em Jirau. Queremos ajuda para resolver essa situação”, destacou.
Também participaram da reunião com os trabalhadores os deputados federais Carlos Magno (PP-RO) e Nilton Capixaba (PTB-RO).

http://www.folhadamangaba.com/rondonia/politica/2176-senadores-se-reunem-com-funcionarios-dos-consorcios-que-constroem-as-usinas-do-madeira

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